Museu Ibérico da Máscara e do Traje

Inaugurado em 2007, é um espaço de divulgação das tradições relacionadas com as máscaras do Nordeste Transmontano e da Região de Zamora (parceria entre o Município de Bragança e a Diputación de Zamora – Projecto Máscaras). Local único onde se encontram expostas máscaras, trajes, adereços e objectos feitos por artesãos portugueses e espanhóis e usados nas “Festas de Inverno” em Trás-os-Montes e Alto Douro e em Zamora.

Centro de Ciência Viva

Edifício que coincide com a localização da antiga central de produção de energia eléctrica, instalada em 1914 em plena Grande Guerra pelo engenheiro francês Lucien Guerche.

Inaugurado em 2007, é constituído por dois espaços: o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (projecto da arquitecta italiana Giulia Appolonia, com soluções inovadoras de climatização e energia) e a Casa da Seda instalada num antigo moinho recuperado (de entre os vários que fabricavam neste troço do rio Fervença). Espaços lúdicos experimentais, vocacionados para visitas com crianças em idade escolar.

O Museu Dr. Belarmino Afonso possui um riquíssimo espólio cujas colecções de natureza etnográfica, aqui reunidas pela importância acção de recolha do seu patrono Dr. Belarmino Afonso e ainda pelas significativas doações de particulares, são a expressão cabal da cultura transmontana, receptáculo de uma memória colectiva ainda muito viva pelas nossas gentes. As instalações destinadas à sua implantação localizam-se no conjunto do complexo desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia de Bragança, a qual tem acesso pela rua Dr. Herculano Conceição.

Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Também conhecido pelo Solar dos Veiga Cabral e Solar dos Sá Vargas, é uma construção setecentista, de linhas vincadamente horizontais. Em 1764, era seu proprietário o fidalgo Francisco António da Veiga Cabral, ascendente do Bispo D. António da Veiga Cabral da Câmara. Pelos meados do séc. XIX, era pertença do Conselheiro e Ministro de Estado Sá Vargas.

A fachada e o interior sofreram profundas alterações. Em 1947, após remodelado, aqui se instalou a agência do Banco de Portugal.

O edifício foi adquirido (2001) pela Câmara Municipal.”

Após concluídas obras de recuperação e ampliação, com projecto do Arquitecto Souto Moura é inaugurado dia 30 de Junho de 2008. É constituído por um núcleo de exposições permanentes, distribuído por sete salas, dedicado à pintora Graça Morais. O núcleo de exposições temporárias acolhe exposições de referência nacional e internacional. Tem como parceiros a Fundação de Serralves e o Museu Baltasar Lobo, em Zamora, pelo desenvolvimento do Projecto de Cooperação Transfronteiriça entre as cidades de Bragança e Zamora.

As principais colecções que integram o acervo do museu são Arqueologia, Epigrafia, Arte Sacra, Pintura, Ourivesaria, Numismática, Mobiliário e Etnografia. O espólio do museu tem sido gradualmente enriquecido através de doações, legados e aquisições.
O Museu foi criado por Decreto Lei em 13 de Novembro de 1915 sob a designação de Museu Regional de Obras de Arte, Peças Arqueológicas e Numismática de Bragança. Em 1935, data da jubilação do Abade de Baçal, passa a designar-se Museu do Abade de Baçal, em homenagem ao erudito, investigador e também Director do Museu entre 1925 e 1935.
Revestiu-se de grande importância para o Museu a acção do Dr. Raul Teixeira, Director do Museu do Abade de Baçal entre 1935 e 1955. Grande impulsionador da cultura da região e defensor do seu património, que desempenhou um papel decisivo na projecção do Museu e na angariação de parte significativa do seu acervo, visando as excelentes relações que tinha junto dos meios culturais e artísticos da época.

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